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Capoeira e Ancestralidade: gingas de resistência em tempo de golpes
A proposta dessa roda de conversa é promover uma articulação coletiva de capoeiristas tendo como pauta o fortalecimento da capoeira enquanto uma prática de resistência ancestral. Essa manifestação cultural afro-brasileira tem enfrentado diversas ameaças à sua lógica cultural, como os projetos de capoeira sem mestre, sua transformação em esporte de competição ou as tentativas de catequização da capoeira gospel. Tratam-se de tentativas de escantear os antigos mestres, detentores desse conhecimento tradicional, empoderando outros protagonistas na organização da cultura. Um caminho proposto para enfrentar a catequização, descaracterização e apropriação é se firmar na ancestralidade como uma âncora para uma prática de resistência. Em tempos de golpe, quando se desmantelam as instituições democráticas, se esvaziam as políticas públicas e se fortalece o racismo, o fascismo e o conservadorismo, qual é o papel da capoeira e dos capoeiristas? Como avançar? Data: 16 de março de 2018 PROGRAMAÇÃO: 14:00 – Canto de abertura 14:30 – Roda de conversa: Capoeira e ancestralidade: gingas de resistência em tempos de golpe Mestre Cobra Mansa (Salvador – BA) – UFBA Mestre Duda Carvalho (Salvador – BA) – CDCN/BA – Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra Mestre Bel Pires (Feira de Santana – BA) – UNEB Mestre Macaco (Santo Amaro – BA) – Conselho Gestor da Salvaguarda da Capoeira Mestre Paulão Kikongo (Rio de Janeiro – RJ) – Rede Nacional de Ação pela Capoeira Mestre Roxinho (Sydney – Austrália) – Projeto Bantu Mestre Soldado (Salvador – BA) – Fórum de Capoeira de Salvador Mediação: Contramestre Sem Terra (Salvador – BA) – Associação Brasileira de Capoeira Angola 17:30 – Roda de capoeira
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